Ontário considera proibir o uso de redes sociais para menores de 16 anos devido à crescente preocupação com o uso de celulares nas escolas.

No Canadá, um debate global crescente sobre a proibição de celulares nas escolas e o uso de redes sociais por crianças deu um passo significativo.

Em abril de 2026, o Ministro da Educação de Ontário, Paul Calandra, confirmou que a província está estudando uma possível proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos, além da possibilidade de uma proibição total de celulares nas escolas.

O que está sendo proposto?

Ontário já adota uma política de "celulares fora da vista" em salas de aula, mas o governo agora está considerando ir além.

As propostas em análise incluem:

  • Proibição do uso de celulares nas escolas em toda a província.
  • Proibição do uso de redes sociais para crianças menores de 16 anos.
  • Restrições mais rigorosas estão alinhadas com as políticas que estão sendo estudadas globalmente.

A medida segue ações semelhantes em âmbito internacional, incluindo restrições de idade introduzidas na Austrália e discussões em curso na Europa e no Reino Unido.

Por que a mudança?

De acordo com o Ministro, a iniciativa está sendo impulsionada pelo feedback constante de educadores que atuam na linha de frente.

Os professores relataram que o uso de telefones celulares está impactando:

  • Segurança nos corredores escolares
  • Comportamento e respeito nas salas de aula
  • Foco geral e ambientes de aprendizagem

Como Calandra explicou, quando os telefones são removidos, a mudança é perceptível:

“Quando removemos os celulares de nossas escolas… o respeito e a responsabilidade retornam e isso cria um ambiente muito diferente.”

Apoio público às restrições às redes sociais

A direção proposta também conta com o apoio da opinião pública.

  • 751% dos canadenses apoiam a proibição total das redes sociais para menores de 16 anos.
  • O apoio entre os pais permanece alto, em torno de 70%.
  • Globalmente, uma pesquisa da Ipsos de agosto de 2025 confirmou que 711 mil pessoas em 30 países acreditam que crianças menores de 14 anos não deveriam ter acesso às redes sociais.

Esses dados destacam uma mudança mais ampla na forma como famílias e formuladores de políticas públicas encaram o tempo que as crianças passam em frente às telas e seu bem-estar digital.

Um movimento global, não local.

As propostas de Ontário fazem parte de uma tendência internacional mais ampla.

Governos e sistemas educacionais estão cada vez mais:

  • Restringir o uso de smartphones nas escolas
  • Explorando os limites de idade para acesso às redes sociais.
  • Estabelecer limites mais claros para o uso de dispositivos.

A direção a seguir é clara: menos acesso irrestrito, uso mais estruturado.

O que isso significa para as escolas

Embora a fiscalização e a implementação continuem sendo desafios importantes, a intenção está em consonância com o que muitas escolas já estão observando:

  • Acesso reduzido ao telefone leva a uma maior concentração.
  • Menos distrações melhoram o comportamento em sala de aula.
  • Limitar o uso das redes sociais contribui para o bem-estar dos estudantes.

A discussão não é mais sobre se os telefones têm impacto, mas sim sobre como gerenciar esse impacto de forma eficaz.

Resumo

A proposta de Ontário de proibir o uso de celulares nas escolas e restringir o uso de redes sociais por menores de 16 anos reflete uma mudança mais ampla em direção a limites digitais mais claros para os jovens.

Ontário já opera um A política de "celulares fora de vista", na qual os alunos são obrigados a manter seus dispositivos guardados durante as aulas, é um exemplo disso. As propostas mais recentes sinalizam uma mudança em direção a medidas mais rigorosas e consistentes. Ambientes escolares sem celulares.

À medida que as escolas se preparam para dar esse próximo passo, o desafio torna-se prático: como garantir que os telemóveis não sejam utilizados, de forma consistente e segura, durante todo o dia letivo?

É lá que Cofre para celular® pode dar suporte a isso — oferecendo uma maneira simples e segura de manter os dispositivos com os alunos, mas trancados e inacessíveis, ajudando as escolas a passar da política à prática real do dia a dia.

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